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Estudo mostra panorama do uso da tecnologia de geolocalização

A habilidade de atingir a pessoa certa, no tempo certo e no lugar certo é a principal promessa dos serviços baseados em localização. Mas qual o alcance em termos de audiência dos serviços locais? De acordo com nova pesquisa do Pew Research Center’s Internet & American Life Project, 28% dos adultos americanos utilizam serviços móveis e sociais baseados na localização.

Dentre os proprietários de celular, 28% utilizam seus dispositivos para obter direções e recomendações de produtos baseados em sua localização, o que equivale a 23% dos adultos do país. Mas o estudo também descobriu que serviços de localização sociais como o Foursquare e o Gowalla ainda são pouco populares, com apenas 5% dos usuários móveis (ou 4% dos adultos dos EUA) os utilizando para checar bares, lojas e outros locais (pesquisa anterior da Pew publicada em novembro havia verificado que 4% da população online usavam serviços de geolocalização).

Relativamente poucas pessoas estão marcando suas localizações em redes sociais.

Apenas 9% dos usuários da Internet (e 7% do total dos adultos) configuram as propriedades de sites como Facebook, Twitter e LinkedIn para que sua localização seja automaticamente marcada em seus posts. O Facebook foi quem tomou medidas para integrar mais firmemente o compartilhamento da localização com suas ofertas principais quando anunciou que o dispositivo Places não seria mais apenas disponível para usuários móveis.

A pesquisa também denotou o aumento na utilização de smartphones, que segundo a Pew atingem agora 42% dos adultos usuários móveis dos EUA, e 35% do total de adultos do país. A participação das pessoas que utilizam o Foursquare e outros serviços de geolocalização em smartphones aumentou para 12% – quase o mesmo número dos que acessam o Twitter (15%). Mais da metade (55%) utilizaram algum tipo de serviço baseado em localização e 58% ao menos uma oferta local.

Quando verificadas as diferenças demográficas, pessoas de 18-49 anos usaram serviços geosociais ou serviços baseados em localização mais intensamente que maiores de 50 anos, atingindo respectivamente 60% e 45%. Quando se dividem em faixas de 18-29 e 30-49, quase não há diferença entre os dois grupos, com cerca de 60% de ambos utilizando ferramentas locais.

Também foi encontrada pequena diferença entre gêneros no uso de serviços de check-in e serviços de direcionamento e recomendações baseados na localização. Mas os usuários homens de mídias sociais são um pouco mais propensos que as mulheres a permitir que sites sociais marquem automaticamente sua localização: 19% a 10%.

Serviço de compartilhamento automático de localização é mais popular entre minorias, se mantendo a tendência de altas taxas de atividades móveis entre não brancos observado em pesquisas anteriores da Pew. Cerca de 31% dos hispânicos que usam mídias sociais, por exemplo, automaticamente marcam suas localizações e 25% usam serviços de check-in. Isto comparado aos 10% e 7% obtidos por consumidores brancos.

Enquanto o Foursquare pode não ser ainda tão popular entre proprietários brancos de smartphones, 59% ainda usam serviços locais para obter informações sobre lugares e direções próximas.

Em termos de renda, usuários de smartphones de famílias com renda inferior a US$75,000 por ano são mais propensos a usar ser serviços geosociais. Por outro lado, a obtenção de informações baseadas na localização é um pouco mais propensa entre usuários que ganham acima desta renda. Entre usuários de mídias sociais, a marcação automática de localização é mais popular na faixa de renda mais baixa, ou rendimentos inferiores a US$ 30.000 por ano.

Autor:   E-Commerce News

Fonte:   http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/estudo-mostra-panorama-do-uso-da-tecnologia-de-geolocalizacao

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